segunda-feira, 21 de junho de 2010
recordações dolorosas
quarta-feira, 16 de junho de 2010
poluição por vuvuzela
Acredito que ele, o autor, não vai levar a mal que eu o cite, até porque vão ser dados os devidos créditos. Mas não podia deixar de colocar aqui esta frase tão perspicaz e pertinente.
“Não sei o que é mais prejudicial para o meio ambiente: se o derrame da BP no Golfo do México, se as vuvuzelas da Galp.” – Filipe Homem Fonseca, no seu blog.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
aforismo #4
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
elogios
Há uns anos disseram-me o seguinte:
“Estas dores de barriga que sinto quando estou contigo, quando te vejo, quando falo contigo ou simplesmente quando penso em ti só podem significar uma de duas coisas: ou tenho uma cirrose ou apaixonei-me completamente por ti!”.
Apesar de me terem comparado com uma doença, este foi o maior elogio que alguma vez me fizeram.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
"o amor faz bem"
"Mas voltemos a hoje de manhã. Estava a chover depois de alguns dias de Sol e eu despedi-me da minha companheira com um beijo rápido, entrei no carro e acelerei em direcção ao emprego zangado com a chuva por isso mesmo. É que a chuva tem a mania de encurtar a duração dos beijos. Depois, no primeiro semáforo em que parei, um homem e uma mulher despediam-se. Ela ia a conduzir e ele ia aproveitar o sinal vermelho para sair. Entretanto mudou para verde e eles continuaram a beijar-se, com ele já de porta aberta e pernas de fora, aproveitando ainda o abrigo do automóvel. Eu ia buzinar para que eles se despachassem mas travei o meu impulso a tempo. Não ia fazer com que aquele homem fosse para o trabalho com a mesma sensação de beijo curto que eu tinha, pois não? Não, e quando ele finalmente acabou, olhou para mim e sorriu-me Acho que nos entendemos. É que o amor faz bem."
Ler o post completo aqui.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
morte anunciada
Sabes uma coisa? Gosto de ti. Ainda gosto muito de ti. Amo-te! Mas já não… já não te AMO. Por causa disso, devido a esse particular elemento, a minha visão deixou de ter quaisquer filtros. Passei a ver com mais clareza, com maior lucidez. E reparei nos cancros que minaram o nosso relacionamento. O muito tempo que passou desde que surgiu o primeiro fez com que tanto esse como todos os que lhe seguiram se desenvolvessem e metastizassem por todo o lado, por todas as esquinas e pequenos recantos da nossa relação. E agora não há tratamento que lhe valha, que a salve. Está condenada. Só nos resta esperar pela sua inevitável morte natural. Ou então acabar com o seu sofrimento e eutanasiá-la. Era a opção mais nobre. E eu pergunto-me: algum de nós o fará?